Quem disse que a gente superou a fase de brincar no parquinho?
Para o stand da Campo Análises na Exposibram, em BH, nós elevamos o nível da “construção de castelos”. Criamos uma caixa de areia interativa onde a tecnologia encontra a geologia (e a nossa vontade de fazer bagunça organizada).
O esquema é o seguinte: você cava, o relevo muda e as cores da projeção acompanham em tempo real. Quer um vale? É só cavar que o azul aparece. Quer uma montanha? O cume fica vermelho na hora. E pra fechar com chave de ouro, ainda rolou simulação de chuva: a água digital corria exatamente para onde a gravidade mandava. É tipo um simulador de Deus, só que focado em análise de solo e sem envolver o dilúvio original.
Não é feitiçaria, é só um projetor muito esperto, sensores e alguns quilos de areia que, acredite, não foram parar no meu sapato (mentira, foram sim). No final das contas, a gente prova que até a análise técnica de solo pode virar poesia visual e interativa.
Transformar “gambiarras” tecnológicas em experiências que todo mundo quer tocar? É com a gente mesmo. 🙌













